quinta-feira, 15 de agosto de 2013

A DESCOBERTA


Era uma tarde de domingo. Havíamos comprado o teste de farmácia e eu estava louco para que a Bruna o fizesse logo. Fiquei na sala de cima enquanto ela havia seguido caminho para sua missão de resultado incerto.

O silêncio não durou muito. Um grito de "Ai meu Deus! Acho que vou desmaiar!" ecoou. Sim. Depois de apenas um mês de tentativas, nosso bebê já existia. Eu fiquei perplexo, atônito. Embora desejasse muito, parecia não acreditar no resultado. Era bom demais para ser verdade. A vontade era de contar para todo mundo, mas preferimos ficar em silêncio, até realizarmos o exame de sangue.

No outro dia, minha mulher foi ao laboratório bem cedo. O resultado sairia à tarde. No horário marcado, acho que 15 horas, eu já estava lá. Antes, porém, já havia passado para comprar um presentinho para o nosso filho, afinal, sabia que o resultado só confirmaria o teste de farmácia.

Na hora em que a atendente do laboratório me disse "Parabéns!", deixei a recepção como se fosse um retardado, flutuando nas nuvens. Minha mãe estava no carro (ela não sabia o motivo de ter ido buscar um exame... ficou preocupada achando que eu estava doente). Entreguei o exame na mão dela e ela demorou a entender...mas quando entendeu...que alegria...os olhos marejaram. O sonho de ser vó enfim havia se tornado realidade. rs

Bem...aí foi aquela coisa de ligar para os parentes mais próximos contando as boas novas. Uma maravilha.

Mas depois as coisas não ficaram tão fáceis como imaginamos....

Conto um outro dia.

Abraços,

Wellington Aires da Cruz Pereira.

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